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प्रत्यभिज्ञाहृदयम्Pratyabhijñāhṛdayam
A essência do reconhecimento de si-mesmo como ser absolutoPor KemarājaTradução ao português: Edson Moreira
Legenda dos sutra-s PH S1 -20 Sessão única
PH S1 A consciência-energia absoluta, por sua própria vontade livre, é a causa do surgimento, manutenção e reabsorção (e também a causa da experiência e da libertação) do universo. PH S2 Pelo poder de sua própria vontade livre (e não por uma causa alheia), a consciência-energia manifesta o universo sobre sua própria visão. (se expande à totalidade das manifestações, a saber: princípios (tattva), mundos, entidades e seus experimentadores respectivos que são somente uma forma solidificada da essência da consciência-energia).
PH S3 O universo é ilusoriamente múltiplo por causa da diferenciação entre sujeitos objetos que se adaptam e se relacionam reciprocamente.
PH S4 O experimentador individual em quem a consciência-energia está contraída, também tem no corpo o universo inteiro sob uma forma contraída (e por tanto percebe o universo em forma diminuta).
PH S5 A consciência-energia real, descendendo da etapa de Cetana (absoluto), chega a ser Citta (indivíduo) na medida que ela se contraí por causa dos objetos da percepção.
PH S6 O experimentador limitado (citta) também é a consciência absoluta.
PH S6 E apesar de que Ele seja unitário, quando se manifesta dualmente e se recobre do véu da ilusão chega a ser triplo, quádruplo e da natureza dos trinta e cinco tattva do universo (níveis de percepção, dimensões, etapas, mundos...).
PH S7 As posições dos diversos sistemas de filosofia são somente diversos papeis desta consciência. (ou também: a experiência das coisas exteriores ou interiores é um meio pelo qual se manifesta a natureza essencial de Śiva ou realidade suprema).
PH S8 Como conseqüência da limitação da energia (Śakti), a realidade que é toda consciente, se torna vários indivíduos recoberto de ignorância. (a onipotência, onisciência, perfeição, eternidade e onipresença se convertem em poder limitado, conhecimento limitado, desejo limitado e limitação do tempo e do espaço).
PH S9 Inclusive nesta condição de eu empírico, ele (a alma individual) realiza as cinco ações (emanação, manutenção, reabsorção, dissimulação da natureza real do Ser e libertação da ignorância).
PH S10 O ser realiza também o ato de manifestar, experimentar, esconder, originar e dissolver todos os obstáculos. É assim desde o ponto de vista do Yogi.
PH S11 Ser indivíduo significa está iludido por seus próprios poderes (onipotência, onisciência, perfeição, eternidade, onipresença) por causa da ignorância de não saber que Ele é o ator da ação de manifestar, manter, reabsorver, dissimular sua própria essência e libertar (revelar ou dá graça).
PH S12 Adquirindo pleno conhecimento disto (de ser autor da ação de manifestar, manter, reabsorver, dissimular e liberar ou revelar) a consciência individual chega a ser a consciência universal elevando-se ao nível do Si-Mesma.
PH S12 O fogo da consciência, inclusive quando descende a etapa inferior, a pesar de está recoberto pela ilusão, consome (assimilando-a a si-mesma) quase totalmente (já que os objetos reaparecem por causa da ilusão e das impressões prévias (samskāra) todo conhecimento fragmentado e todo objeto.
PH S1 3 Adquirindo esse poder inerente a consciência (o poder de reconhecer a natureza real do universo), o aspirante assimila o universo para ele mesmo. (a natureza real do universo engloba tudo).
PH S14 Quando a bem-aventurança da consciência é alcançada, se adquire esse estado em que se reconhece que a consciência é nossa verdadeira natureza, e no qual todas as coisas que aparecem são idênticas a consciência, inclusive tendo a experiência do corpo, sensações, percepções, etc. Este estado é o de liberado vivo (jivam mukta).
PH S1 Por meio da expansão da percepção se adquire a beatitude da alma.
PH S1 Esses são os meios para alcançar este centro de Consciência: concentração (dhāranā), meditação (dhyāna), expansão da percepção (samādhi), clareza das palavras (mantra) e descontinuidade da energia (prānāyāma).
• A concentração no centro (permanecendo real e tranqüilo impedindo que surja qualquer diversidade, opção, idéia, fantasia, imaginação, etc.);
• O retorno das formações mentais e da noção espacial (ao pano de fundo de consciência silenciosa no que desenham) à percepção contínua do espaço sucinta nas formações mentais e suas percepções; • O samādhi no mundo (mantendo a percepção do absoluto nas ações cotidianas); • O retorno através dos mantra a sua origem, o amórfico, que é a fonte de onde eles surgem; • E a fixação da atenção no momento em que as energias (prāna e apāna) estão em equilíbrio (no intervalo entre os alentos-energias, o entre um pensamento e outro, ou entre uma ação e outra, etc.). PH S19 Então o samādhi se estabelece de uma maneira permanente (inclusive no estado de percepção cotidiana) pela identificação, uma e outra vez, da consciência individual com a consciência absoluta.
PH S20 Então é (quando se obtém o samādhi), quando ocorre a estabilidade no ser supremo, cuja essência é consciência e bem-aventurança. É aí onde se obtém o domínio sobre o conhecimento limitado, os sentidos internos e externos, e o conhecimento objetivo limitado, sendo tudo isto o que sucinta a emanação e reabsorção do universo. Todo ele é da natureza de Śiva.
Final
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